Protagonista elogia temas de Topíssima: "Importante vir uma novela atual"

Protagonista elogia temas de Topíssima: “Importante vir uma novela atual”

Camila Rodrigues, a Sophia de Topíssima. Foto – Record.

Após vários anos, finalmente a Record volta a apostar em uma novela contemporânea para as suas noites, após várias novelas bíblicas e outras histórias de época, como Escrava Mãe e Belaventura.

Em entrevista durante a coletiva de imprensa de Topíssima, a atriz Camila Rodrigues comentou o assunto: “Era importante vir uma novela atual na Record falando sobre todos os sistemas que precisamos falar, não só do feminismo, mas drogas, desigualdade social, tráfico, mortes, aborto, mas de maneira leve e divertida, porque isso estava faltando. É um respiro para a Record fazer uma novela atual. É uma novela pop, solar, e acredito que todos os atores estão felizes por fazerem parte dela”, alegou Camila, que interpreta Sophia, a protagonista jovem.

Falando sobre o feminismo, Camila defende que a sua personagem é mais independente do que propriamente feminista: “O feminismo da trama é o [reflexo] da liberdade. Não é o que você precisa fazer, é o que você quer fazer. E Sophia está aí para isso. Quando somos aquilo, é uma coisa que a gente não pensa, a gente faz”.

E acrescentou: “O feminismo virou uma conversa um pouco chata, é muito importante, mas começou a desandar. Acho que essa novela vem para clarear as coisas, porque a questão é muito mais simples que a gente imagina. A gente precisa lutar, nos colocar, nos impor porque sabemos como é o mundo, e a personagem vai quebrar essa barreira”.

Sobre o humor da novela, ela disse que ama, mas ainda fez poucas personagens do tipo na TV: “Em televisão muito pouco, no teatro tinha feito mais, e é uma coisa que eu gosto e as pessoas não sabem que faço. Eu não sou comediante, mas gosto de fazer comédia. A Sophia me dá todas as possibilidades do mundo. Às vezes, eu Camila, tenho quebras, reações diferentes, e posso colocar na personagem”.

E seguiu definindo a personagem, com quem se identifica bastante: “Ela é livre, fala o que quer. Não tem muito filtro e às vezes chega até a ser um pouco grosseira, e isso acontece comigo também. Às vezes falo alguma coisa e depois penso: ‘ih, acho que fui direta demais’. A Sophia é diretona, mas não é por maldade, é porque não tem tempo a perder”.

E continuou: “Ela é mimada, ao mesmo tempo é uma mulher incrível, ao mesmo tempo é uma criança e um mulherão extremamente responsável, que trabalha muito. Todas as possibilidades estão nessa mulher e o que mais me encanta é isso. Não sou tudo isso ao mesmo tempo, mas sou bem parecida”.

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E eu alguns spoilers da trama, que estreia na semana que vem: “O capítulo 100 chegou para a gente semana passada, mas ainda estou gravando o capítulo 30, e com isso a gente acaba descobrindo as coisas aos poucos. Como tenho 25 cenas por dia, preciso parar e ler, e tem muita coisa lá para frente que não sei ainda”.

“O Foguinho (diretor Rudi Lagemann) não fala tudo para a gente, então esse choque de realidade tenho certeza que vou sentir como personagem, e como Camila. Os cenários mudam, os figurinos mudam e isso é muito bom e acho importantíssimo”.

“Essa relação dos dois protagonistas é muito interessante porque dinheiro para ela é importante por N coisas, e quando ela conhece o Antonio (Felipe Cunha), ela começa a entender a realidade do mundo porque até então ela vive numa redoma. Ela dorme numa suíte riquíssima, o problema sou eu voltar para a minha realidade depois de gravar (risos). Quando chego na minha casa não tenho motorista, não tenho pessoas para trabalhar para mim…”

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