Pistoleiro de Pantanal morreu ao telefone, pedindo por socorro após sentir fortes dores

Logo da primeira versão de Pantanal (Foto: Reprodução)

Se tem algo que muita gente costuma planejar e que é um destino comum a todos se chama a morte. Tem quem pague planos funerários, tem quem avise sobre os seus desejos pós-morte e tem também quem entregue o futuro ao acaso.

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Sendo indiferente ou não a este assunto, certamente ninguém desejaria ter um fim lamentável e digno de angústia para os familiares e amigos. Até porque, o adeus por si só é algo dramático. Mas, o contexto em que isto acontece, pode tornar esse momento ainda mais doloroso.

Talvez, tenha sido exatamente esta a sensação de quem era íntimo de Kito Junqueira. O ator fez parte do elenco da primeira versão de Pantanal, quando interpretou um dos pistoleiros. Ele fez passagens por diversas emissoras de TV, incluindo SBT, Tupi e Bandeirantes.

Seus últimos trabalhos e, talvez os mais notórios, foram para a Record. Ele fez grandes papéis em Cidadão Brasileiro (2006), Vidas Opostas (2006), Luz do Sol (2007) e está sendo visto atualmente na reprise de Chamas da Vida (2008).

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Em sua passagem pela Globo, Junqueira participou de Você Decide (1998), Por Amor (1997) e de Carga Pesada (2004). Entusiasta e dono de uma excelente oratória, o ator teve duas oportunidades no ramo da política.

Kito Junqueira fez forte presença em novelas da Record (Foto: Reprodução)

Em 1994 ocupou o cargo de deputado estadual de São Paulo, recordista de votos. Em outra tentativa, não obteve êxito. Kito Junqueira foi um talento que deixou legado e, infelizmente, na madrugada de 23 de agosto de 2019 telefonou para o pronto-socorro pedindo por ajuda.

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Ele alegava sentir fortes dores na região do peito enquanto estava em sua casa, na capital paranaense de Curitiba. Quando a ambulância chegou, já era tarde. Kito Junqueira faleceu aos 71 anos, vítima de um infarto fulminante.

Deixou viúva a sua cônjuge Maria Santos Pizano, com quem havia se casado a pouco menos de um ano. A filha Natalia Alvarez Pizano ficou órfã desta figura, respeitada e que, até hoje, faz falta no cenário artístico e político nacional.

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