Pantanal: Revelado o real motivo de Trindade ter pacto com o cramulhão; saiba tudo!

Trindade tem chamado atenção ao invocar o cramulhão em Pantanal (Foto: Divulgação)

Não se fala em outra coisa, senão sobre um personagem incomum que está presente em Pantanal. O Trindade, interpretado pelo ator Gabriel Sater, é mancomunado com as profundezas e gosta de cultuar o lado obscuro dos ritos populares.

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É por isto que, na novela, ele é tido como seguidor do cramulhão. Apesar de ser “colega” do coisa ruim, até o momento este personagem tem se mostrado como um peão comum. Não tem feitios macabros e, tampouco, tem causado mal a quem está em sua volta.

Apenas, para ele, estas santidades não existem e o motivo finalmente veio à tona. No capítulo de número 82, um diálogo revelador entre Trindade e Tibério esclarece diversos pontos sobre este suposto pacto existente.

Durante uma pescaria, Trindade fala para Tibério que é “cristão”. O peão discorda: “Me ‘discurpa’ Trindade, mas cristão é quem acredita na palavra de nosso Senhor e segue a risca os seus ‘ensinamento'”.

Trindade em cena de Pantanal
Trindade em cena de Pantanal (Foto: Reprodução)

Então, Trindade explica ter vindo de origens humildes: “A gente não tinha o que comer, mas tinha terço toda noite”. A partir desta fala, ele começa a narrar onde supostamente começou essa sua crença no cramulhão.

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“Sabe como é que a gente rezava o Pai Nosso?”, diz Trindade para Tibério, que pergunta: “Como?”. “Pai Nosso que ‘tá no céu’, ‘santinficado’ seja o nosso nome”, inicia o seguidor do belzebu, que é interrompido pelo colega achando graça na forma simples de se fazer a reza.

“E todo aquele povo, agradecendo o pão nosso de cada dia. O pão nosso de cada dia”, continuou Trindade. Depois, finalmente a verdade sobre as origens da fé do peão são explicadas em uma sequência emocionante.

Gabriel Sater como o Tibério de Pantanal (Foto: Reprodução)
Gabriel Sater como o Tibério de Pantanal (Foto: Reprodução)

“Eu era só um menino, achava graça da minha mãe e todo aquele povo ajoelhado, agradecendo o Pai, agradecendo o pão nosso de cada dia, sendo que na mesa daquela casa não tinha pão nenhum”, disse ele.

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Trindade segue com seu desabafo e aproveita para fazer uma reflexão: “Aquela vida era dura demais, Tibério. Não passava nem a esperança perto da porta […] Nós que ‘rezamo’ um Pai Nosso, ‘num divia de’ sentir fome, você ‘num’ acha não, Tibério?”. “‘Num sei’ se acho, Trindade. É só uma reza, ‘né não?'”, responde Tibério.

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