Fina Estampa: Crô fica milionário e funda ONG gay

Fina Estampa: Crô fica milionário e funda ONG gay

Crô em cena de Fina Estampa (Foto: Divulgação)
Crô em cena de Fina Estampa (Foto: Divulgação)

Em breve em Fina Estampa, Crô (Marcelo Serrado) herdará uma boa grada da sua patroa Tereza Cristina (Christiane Torloni) após ela desaparecer no mar e ser declarada morta pela Justiça.

O mordomo fiel da vilã da novela ganhará milhões de reais e torrará boa parte dessa fortuna em sua mais nova criação: uma ONG que ampara gays “pintosas”, que são os afeminados, como ele próprio.

A maré de humilhações cessa contra o personagem mais querido da novela quando Tereza passa dias sumida no mar ao lado de Pereirinha e as buscas da polícia não a encontram. Então, o testamento da “rainha do Nilo” é lido e a “biba” fica milionária.

Ele ganha metade da fortuna da ex-patroa e ainda a casa, de brinde. Humilde, ele ainda manterá o emprego e os salários dos seus colegas Marilda (Kátia Moraes) e Baltazar (Alexandre Nero), por mais polêmicos que eles sejam.

Baltazar, aliás, vira seu motorista. “Vamos já, zoiudo, estou atrasado para reunião em minha obra de caridade”, fala o novo rico. “Centro de Amparo ao Homossexual Pintoso. Isso lá é obra de caridade?”, estranha o marido de Celeste.

Mas o bom moço insiste que sua obra é importantíssima. “Até porque os homossexuais pintosos precisam de ajuda porque são os mais discriminados, principalmente por bibas que se acham melhores que as outras”.

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Baltazar rosna mais um pouco em Fina Estampa: “E eu vou ficar lá na porta esperando enquanto as gazelinhas ficam trotando do meu lado para descobrir se eu sou berinjela ou jabuticaba?”, reclama ele, sempre enfezado.

“Nós dois sabemos o que você é, não é?”, sugere CrÔ, fazendo alusão ao tamanho avantajado do dote do amigo Baltazar. “Você descobriu por acaso”, rebate o brutamontes da novela das 21h da Globo.

O novo rico ainda pede que seu funcionário abra a porta do carro pare ele entrar. “Não tem problema. E vai devagar, Baltazar, que eu quero olhar os bofes. O carro é meu, e eu vou olhar sim”.

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