Bruno Gagliasso critica beijo gay de seu personagem vetado em América: “Foi climão”

Bruno viveu gay em América. Foto – montagem.

Bruno Gagliasso daria, e deu, o primeiro beijo gay da Globo em horário nobre. Mas o tal beijo, reza a lenda, foi cortado e acabou não indo ao ar por decisão tomada em última hora.

É que o ator e Erom Cordeiro, que viviam um casal na trama de 2005, gravaram a cena, que acabou vetada e proibida de ir ao ar pela direção da Globo. Isso, claro, frustrou bastante os atores envolvidos e muita gente que aguardava a cena.

13 anos depois, no Lady Night, de Tatá Werneck, que foi ao ar nesta quinta, dia 15, Gagliasso comentou o veto, que acabou impedindo de ir ao ar o primeiro beijo gay do horário das 9.

+ Espelho da Vida: Margot descobre quem foi na outra encarnação e se surpreende

“Foi climão. Toda a novela estava na expectativa. Foram colocados telões nas ruas… Foi difícil. Demorou pra cacete para isso acontecer”, recordou o intérprete de Gabriel de O Sétimo Guardião, atual novela das 9.

BRUNO É GABRIEL EM O SÉTIMO GUARDIÃO:

Sobre Gabriel, Bruno comentou: “O Sétimo Guardião começa com esse chamado para o Gabriel ser o guardião-mor de uma fonte em um lugar que ele não conhece. E tudo é um mistério. Ele larga tudo e segue seu coração. E os acontecimentos depois disso serão consequências desse chamado. A mãe Valentina (Lilia Cabral) irá à falência e Gabriel descobrirá quem é o seu pai”, relatou o ator em entrevista ao Uol.

Na pacata cidade fictícia de Serro Azul, há uma fonte que tem propriedades curativas, como uma espécie de fonte rejuvenescedora, que fica próxima a uma reserva e contém um dos bens mais preciosos para os seres humanos, a água. Para proteger toda essa riqueza, foram escolhidos sete guardiões, assim que o guardião mor Gabriel, personagem de Bruno Gagliasso, é chamado para ser o seu substituto.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.