Apontado como suspeito de atentado, Ari tenta jogar culpa em Moretti, mas fica sem saída: “Bastante encrencado”

Ari e Moretti em Travessia. (Foto: reprodução)

Em Travessia, Ari (Chay Suede) achava que sairia por cima depois de toda armação que fez, mas a situação do arquiteto irá se complicar cada vez mais, com ele se tornando o principal suspeito do atentado contra Guerra (Humberto Martins). O rapaz terá de se apresentar à polícia após ser alvo de uma nota falsa plantada por Moretti (Rodrigo Lombardi) na imprensa. Mesmo assim, o jovem tentará reverter a situação e culpar o próprio Moretti pelo atentado.

O maranhense irá até a delegacia após todo o rebuliço causado pela nota falsa, que foi uma artimanha criada pelo vilão para confundir a investigação, que estava se aproximando de Zezinho (Paulo Tiefenthaler), seu provável cúmplice. Além da matéria, o delegado também terá suas próprias suspeitas sobre Ari, já que o jovem ganhou muito após o atentado, inclusive o posto de sócio da construtora de Guerra.

No entanto, Ari negará ter qualquer envolvimento com o crime. “Eu soube do atentado pelos jornais no dia seguinte, doutor. De início, achei que tinha sido um acidente, assim como todos pensaram quando a polícia informou. Foi apenas com a perícia que descobriram a bomba”, declarará ele logo no começo do depoimento.

Ari tenta culpar Moretti, mas fica encurralado

O delegado perguntará sobre os suspeitos e o arquiteto responderá que todos acreditavam que o culpado era Moretti, devido à inimizade dele com Guerra. O delegado se lembrará do caso do hackeamento da licitação para os casarões maranhenses, e Ari destacará que Moretti tinha interesse em “fazer seu Guerra desaparecer”.

Veja também: resumo dos próximos capítulos de Travessia

Porém, o policial não cairá na história do jovem: “Não só ele. Você ganharia mais do que ele nisso. Ele já está praticamente condenado, a culpa naquele caso dos hackeamentos já foi comprovada. Então, só teria a ganhar do ponto de vista da vingança. Já você, não”, dirá.

O arquiteto tenta rebater, afirmando que não tinha interesse na morte de Guerra, mas o delegado o deixa encurralado ao trazer à tona o processo movido contra ele pela apropriação das ações. Ao perceber que o policial realmente não se convence dos seus argumentos, Ari tomará coragem para questionar: “Doutor, estou encrencado?”. “Bastante”, responderá o homem.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.